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Por que marcas estão trocando famosos por creators — e o que isso significa pro seu negócio

Você já reparou: quando um artista famoso divulga um produto, todo mundo sabe que ele está sendo pago — e pago bem. Isso não é mais publicidade, é reconhecidamente propaganda. O consumidor de hoje sabe separar os dois, e confia cada vez menos no primeiro.

É por isso que 2026 é o ano em que os creators — pessoas reais, com audiência menor mas relação mais próxima — se tornaram a aposta principal das marcas. E os números confirmam que não é hype passageiro.

Os dados por trás da mudança

O gasto com creator economy chegou a US$ 37 bilhões em 2025, alta de 26% sobre 2024 (fonte: IAB Creator Economy Report 2025). Não é um mercado emergente — é um mercado que já mudou de tamanho.

E tem um motivo estrutural pra essa migração: o alcance orgânico das marcas está caindo em todas as plataformas. Reels perdeu 35% de alcance no último ano, o Instagram em geral caiu 31%, o TikTok teve queda de 19%. Postar não garante mais ser visto — então a marca precisa de alguém que já tem a atenção da audiência, e essa é justamente a função do creator.

O resultado: 64% dos profissionais de marketing já destinam metade ou mais do orçamento de influência para conteúdo pago em redes sociais, e 45% dos creators com mais de 100 mil seguidores preferem parcerias de longo prazo a posts avulsos — sinal de que o modelo está amadurecendo pra relação contínua, não campanha pontual.

Por que isso é diferente de contratar "um influenciador"

A palavra "embaixador" importa aqui. Não é um post isolado — é alguém que carrega a marca de forma contínua, com linguagem e audiência que já fazem sentido pro produto. Isso exige curadoria: escolher quem tem afinidade real com o nicho, não só número de seguidores.

É exatamente aqui que mora o risco de fazer errado: colocar a marca na mão de quem não tem conexão real com o produto queima credibilidade rápido — o mesmo problema do famoso pago, só que em escala menor.

Onde a Maxxsis entra

A gestão e curadoria de creators já é parte do que fazemos aqui na Maxxsis — não é uma aposta nova pra gente, é continuidade do que já entendemos que funciona no nicho de wellness. Selecionar quem tem afinidade real com a marca, negociar parceria de verdade (não post isolado) e acompanhar resultado é o que separa "ter influenciador" de "ter embaixador".

Se sua marca ainda está no modelo de post avulso, vale repensar — o mercado já foi pra frente.

Fonte: IAB Creator Economy Report 2025, via Meio & Mensagem.

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